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Don't Stop Believing!

  • Claudia Jahnke
  • 23 de jan. de 2018
  • 4 min de leitura

Don't Stop Believing!

Desculpem meu atrevimento em utilizar uma língua estrangeira como título, mas como fui professora de inglês durante longos anos de minha vida, escolhi este título de uma música de sucesso e que quer dizer: Não deixe de acreditar!

Falo hoje sobre nossa capacidade de resiliência, nossa capacidade de seres altamente criativos que somos, nossa capacidade de reproduzir o bem e de propagar boas notícias.

Quase sempre quando ligamos a TV e ficamos assistindo o noticiário nos deparamos com reportagens de tragédias, roubos, dramas de todos os tipos e temos que ter a capacidade de raciocínio para não cairmos nas armadilhas da mídia. Nossa tendência é muito forte para nos deixar ligados nestes acontecimentos que comovem multidões. Temos um ser um tanto masoquista dentro de nós que gosta de observar a dor alheia, que gosta de se sentir comovido com a dor coletiva. Mas de que adianta ficarmos nos penalizando? No que isto ajuda estas pessoas que estão passando por dificuldades extremas? O que adianta ficar sabendo detalhes da corrupção em Brasília quando as pessoas à nossa volta são corruptas em simples ações como passar na frente dos outros numa fila?

O que realmente ajuda?

Por exemplo: quando sabemos que o mundo vive um momento de dor, dor coletiva, podemos mentalizar os bons amigos da espiritualidade maior, pedir que as equipes socorristas tenham reforços de todos aqueles seres que já estão preparados para agirem na erraticidade, vibrando e amparando os recém desencarnados. Podemos orar, vibrar com muito amor, enviar flores astrais para estas famílias que perderam seus entes queridos. Desta forma, sim, estaremos ajudando, vibrando e formando uma corrente de energias salutares, tão necessárias em momentos difíceis.

Outra ação que podemos cultivar é conhecer e divulgar boas notícias, boas histórias. Guardemos em nossa memória histórias bonitas que conhecemos e que podemos levar ao conhecimento de todos. Façamos com esta informação da seguinte forma: quando encontrarmos outras pessoas e elas começarem a contar algo triste, ouçamos porque devemos respeitar a necessidade de expressão alheia, mas em troca de nossa paciência em ouvir nosso próximo, sempre tenhamos uma história bonita para contar. Então quando esta pessoa terminar seu relato, podemos dar nosso apoio dizendo, realmente, não é mesmo, muito triste... mas eu tenho uma história linda pra te contar, você sabia que...

Com esta atitude, não estaremos sendo inconvenientes em não deixar que a pessoa fale, mas estaremos deixando que ela tenha a chance de limpar um pouco sua mente das nuvens de más ideias que circulam em nosso planeta. Falamos em preservação de nosso meio ambiente, estamos aprendendo todos os dias novas regras para uma melhor preservação da raça humana. Mas quem está preocupado com a preservação de nosso meio ambiente interno? Quem se preocupa em limpar seu ser interno das impurezas, e mais, quem se preocupa em “aspirar” a sujeira alheia, oferecendo boas histórias, bons momentos para as pessoas que nos cercam se ligarem com o que há de bom em nosso planeta?

Nossa grande missão de agora em diante é poder plantar sementes do bem. Se cada um de nós conseguir contar uma bela história por dia, uma notícia boa, imaginem como estaremos trabalhando a favor do bem comum?

Então como a grande mensagem para o ano de 2018, sejamos semeadores do bem, das boas notícias.

O que precisamos para tal: “Don’t Stop Believing”. É essencial que acreditemos em nós mesmos, que acreditemos na possibilidade de sempre crescermos como seres espirituais que somos, de não desistir de nossa grande tarefa neste planeta – movermos em direção ao fortalecimento moral, espiritual, para que a Terra passe pela transformação necessária em busca de uma maior depuração, em busca de uma maior harmonia.

Os fatos e a mídia nos empurram para um abismo de pessimismo e cabe a nós isolarmos nossas mentes e corações, destas violências contra nossos espíritos. Não vamos ficar assistindo a televisão quando estiver dando notícias que são puramente geradas para criar audiência. Nós temos condições de nos manter informados, sem que, para isso, tenhamos que ficar isolados na frente da TV vendo 24 horas de tragédias. Informação, sim, é necessária, exploração de nossas emoções não. Ensinemos nossas crianças a desfrutar mais das belezas naturais nas ruas, de brincar com seus amigos e ficar menos em casa vendo TV ou na frente do computador.

Que 2018 traga força para todos nós para que façamos como Jesus nos ensinou, dedicando alguns momentos para reunir aqueles que amamos. Sentarmos e conversarmos, abrirmos nossos corações, enfim, mostrar através desta organização de nosso tempo, como é importante jogar conversa fora com nossos familiares e amigos. Este tempo, quando utilizamos para contar as histórias lindas que vamos aprender e manter em nossa memória, será o grande exercício de reprodução do bem, que irá gerar uma onda de amor que poderá invadir nossas amizades, invadir nossa vizinhança, nossa comunidade.

Neste ano seremos diferentes, mais exigentes com o que queremos ouvir e, mais que tudo, MUITO exigentes com o que vamos proferir de nossas bocas, que saiam boas notícias, incentivando desta forma que todos pratiquem este bem para nossa grande comunidade planetária.

Fiquem em paz!


 
 
 

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